Mil Séculos Antes de Cristo

One Million Years BC
Direção: Don Chaffey
Elenco: Raquel Welch, John Richardson, Percy Herbert, Robert Brown, Martine Beswick
Inglaterra, 1966


Nesse último fim de semana, Jurassic World, 4º filme da franquia Jurassic Park, estreou faturando horrores nas bilheterias. Eu, sinceramente, nem penso em ver no cinema. Quando lembro do mediano 3º filme e que no elenco desse tem  Chris Pratt e aquele moleque chato de Homem de Ferro 3, bate aquela preguiça de sair de casa e encarar uma fila (sem falar em gastar o rico dinheirinho…). Entonces, vamos falar de outro filme de dinossauro, um cráááássico dos anos 60: One Million Years B.C. (Mil Séculos Antes De Cristo em Terra Brasilis).



Produção da Hammer, aquela mesma dos Dráculas com Christopher Lee, essa bagaça é remake de um filme de 1940, estrelado pelo lendário Victor Mature. A história é o seguinte: Tumak (John Richardson), é um homem das cavernas que briga com o seu velho e acaba sendo expulso de sua tribo. O irmão de Tumak, Sakana, está de olho no trono do coroa.

Após vagar por aí e passar apuros na sua nova condição de maior abandonado, Tumak é socorrido pela bela Loana (Raquel Welch) que lhe apresenta a sua tribo, que é mais sociável que a dele e onde todos são loirinhos.




Tumak conquista a admiração da galera após salvar uma criancinha de um dino faminto, mas põe tudo a perder quando cresce o olho numa arma desenvolvida pela tribo nórdica e arruma confusão, sendo novamente expulso. Ele então decide voltar para casa e confrontar o pai, dessa vez, em companhia de Loana, que está caidinha pelo encrenqueiro.

 Não espere por precisão histórica aqui, temos dinossauros e humanos convivendo na mesma época. Os efeitos em stop motion do mestre Ray Harryhausen não vão encher os olhos da molecada que pira no CG, mas continuam bacanas. Só não são o melhor efeito especial do filme porque tem Raquel Welch desfilando o tempo todo com seu charmoso biquíni pré-histórico.



O filme ganha um ar trash  graças a infeliz ideia de se colocar alguns animais de verdade na lente de aumento, junto aos dinos de massinha. Até se releva, com muita boa vontade, a iguana, mas… uma tarântula gigante (?!).

Enfim, One Million Years BC é uma aventura bacana, com quase nenhum diálogo, indicada pra quem estiver a procura de um filminho ingênuo e divertido. 



Espalhe:

Marc Tinoco

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