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23 de ago de 2016

Sebo CPR II: Sorteio de Aniversário

Tá chegando o niver do CPR!!! Quem diria, o Cultura Pop A  Rigor está completando mais um aninho. Aproveitamos para agradecer aos leitores e ouvintes fiéis e também nossos parsas:)


 Como fizemos no ano passado, vamos sortear algumas HQs clássicas da nossa coleção, mais um livro fodão. O livro está novinho, ainda no plástico, já as HQs são usadas, mas estão completas e muito bem cuidadas.



 Quatro anos de CPR e temos quatro prêmios pra vocês. Pra participar basta ter um e-mail (e que você acesse sempre, ok, cabeção? pois vamos entrar em contato com você por meio dele, então não serve aquele e-mail que você nem lembra mais a senha). Mas, vale lembrar que, quanto mais "missões" você cumprir, mais chances você tem. São quatro sorteios diferentes. Você escolhe o que quer ganhar, podendo participar de um só, dois, três ou de todos os sorteios, você quem decide!

Hellraiser, de Clive Barker (Darkside)


X-Men: Deus ama, o homem mata, de Chris Claremont e Brent Anderson (Panini Comics)


Wolverine: Dívida de Honra, de Chris Claremont e Frank Miller (Panini Comics)


Demolidor: O Homem sem Medo, de Frank Miller e John Romita Jr. (Abril, 5 edições)

Dia 11 de setembro sai o resultado dos quatro sorteios e nós entraremos em contato com os vencedores.




Top Listas: A MPB e os Super-Heróis

Tem vídeo novo no canal!


Eu, @dritinoco e o Marc, @marctinoco listamos 5 SUCESSOS do cancioneiro popular brasileiro que falam de Super-Heróis:



 

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22 de ago de 2016

Winona Ryder em 30 gifs


O CPR selecionou 30 gifs cheios de referências com a bela e talentosa Winona



































20 de ago de 2016

Cinema no Aconchego do Lar- Rua Cloverfield, 10

Rua Cloverfield, 10 
(10 Cloverfield Lane)
Direção: Dan Trachtenberg
Elenco: Mary Elizabeth Winstead, John Goodman, John Gallagher Jr., Suzanne Cryer,   
Bradley Cooper (voz)
Eua. 2016


Outro bom filme que assisti no cinema esse ano e já disponível em DVD é Rua Cloverfield, 10. O suspense foi uma surpresa e tanto nesse 2016, quando ouvi falar que estrearia um filme que era continuação de Cloverfield – Monstro de 2008 não me animei nem um pouco, mas depois me interessei quando li que não seguia exatamente o anterior, é na verdade uma história paralela.


Aliás, para fazer todo um segredo, o elenco não sabia o nome real do filme até uma certa época. A película estava sendo chamada de Valencia até dois meses antes do lançamento, só então foi divulgado que era uma sequência. O lançamento de "Monstro" também foi cercado de mistério, revelando aos poucos do que se tratava. 

O fato de se distanciar do primeiro Cloverfield desagradou não todos, mas vários fãs do original que gostariam de algo mais naquela linha. Porém agradou outros que curtiram a proposta de mostrar o fenômeno do primeiro filme em outra perspectiva, como diz no cartaz do filme: monstros podem surgir de formas variadas, e aqui o monstro é o próprio ser humano.

Eu pessoalmente não sou grande fã de Cloverfield – Monstro; o elenco era fraco, com exceção de Lizzy Caplan, ela salva; aquele momento dos filhotes do bicho só mostra que estadunidenses tem dificuldade de fazer filme o tempo inteiro com um monstro gigante e o negócio de found footage já cansou, o cara o tempo inteiro fugindo com uma câmera na mão me irritou. Então eu pensei: uma continuação? O que vai trazer de novo? Assim, fui surpreendido positivamente. 



A trama é a seguinte: uma jovem chamada Michelle (Winstead) teve uma briga com o namorado Ben (só aparece a voz de Bradley Cooper), ela o está largando, mas acaba sofrendo um grave acidente de carro. Quando acorda ela está no porão da casa de um desconhecido (Goodman), que diz ter salvado sua vida de um ataque com armas químicas que deixou o mundo sem condições de ser habitado, quem não conseguiu se proteger como ele está morto. Assim, ele quer que ela fique presa no local. A dúvida de Michelle é se ela pode confiar nele, pois ele parece ter perdido a sanidade. Ela, então, vai tentar se libertar e descobrir se a realidade condiz com que ele fala.

Há ainda mais uma personagem nesse porão, o jovem Emmett (Gallagher Jr.). O filme se desenrola mostrando o jogo de gato e rato entre os três. Pode ser impossível sobreviver lá fora, mas quanto tempo eles viverão juntos nesse abrigo? 



Produzido por JJ Abrams, assim como seu antecessor, essa sequência tem roteiro de Josh Campbell, Matthew Stuecken e Damien Chazelle, esse último escreveu e dirigiu o ótimo Whiplash. A tensão construída na trama é perfeita, prende a atenção até o final. 

Um ótimo trabalho também do diretor estreante Dan Trachtenberg, tanto nas tomadas de ação quanto na direção dos atores. John Goodman, sempre ótimo, está perfeito no seu personagem dúbio, que hora parece um pai zeloso, hora se apresenta como um tirano enlouquecido. E Mary Elizabeth Winstead segura a peteca de protagonista muito bem. Ela foi sempre a primeira escolha do diretor e dos produtores executivos para esse papel, mesmo assim é uma atriz que vem sendo subestimada ainda, ela é muito mais que Ramona Flowers, personagem que a transformou em ícone nerd, ela é muito mais que um rosto e um corpo lindos. 



Sem spoilers, mas só para comentar o final do filme, algumas pessoas criticaram a conclusão do longa exatamente porque difere da trama e do clima que foram construídos durante toda a película. Isso acontece porque provavelmente essas pessoas não viram o Cloverfield original. A sequência final confirma a ligação com o primeiro filme, então faz todo sentido.

Posso está pedindo algo que não devia, mas gostaria de ver mais desse universo que Rua Cloverfield, 10  apresenta, se ficasse a cargo do mesmo diretor e roteiristas, por favor! E nada de found footage. 








19 de ago de 2016

Cinema no Aconchego do Lar- A Bruxa

A Bruxa
( The Witch )
Direção: Robert Eggers
Elenco: Anya Taylor-Joy, Ralph Ineson, Kate Dickie, Harvey Scrimshaw, Ellie Grainger, Lucas Dawson, Bathsheba Garnett, Julian Richings, Sarah Stephens, Wahab Chaudhry (voz)
Eua, Canadá, Reino Unido, Brasil. 2015


Já em DVD outro filme que conferi no cinema, mas não tivemos como escrever uma resenha aqui na época, A Bruxa. Um filme de terror e suspense amado por muitos e odiado por outros muitos. Eu amei.

A Bruxa é o que alguns podem chamar de terror psicológico ou terror de arte, para mim é simplesmente terror. A questão é que como o filme não tem aqueles jumpscare que a maioria dos filmes de terror que passam nos shopping centers têm, não agradou muito a massa do público médio de cinema, é só ver a nota dele no Filmow.


Dirigido por Robert Eggers, que ganhou o prêmio de melhor diretor por esse filme no Festival Sundance de Cinema, considero a Bruxa um dos melhores filmes do gênero que vi nos últimos tempos, juntamente com o australiano O Babadook, outro que não agradou a massa. A Bruxa tem o brasileiro Rodrigo Teixeira na produção e conferi no cinema graças ao pessoal do Cineclube Rã Vermelha, o filme fez muito sucesso com a crítica e também com o público, gerando enxurrada de avaliações positivas e negativas.

A trama se passa na Nova Inglaterra no ano de 1630, quando uma família cristã formada pelo casal William e Katherine e suas cinco crianças são expulsos de sua antiga comunidade e vão morar a beira de uma floresta. O terror começa quando o filho recém-nascido desaparece e a colheita morre, a família começa a se desestruturar. A questão é o que estaria por trás do que está acontecendo com a família? Há um mau escondido no bosque? Ou seria a filha mais velha, Thomasin, a própria fonte desse mau?



O filme é considerado lento porque não tem sangue e grito a cada segundo, mas para quem não precisa disso pra não dormir em um filme, vai adorar a tensão que acompanha toda a película. A recriação do século XVII é perfeita, assim como a atmosfera sombria que a fotografia do filme coloca. A trilha sonora também não faz feio.

O elenco todo está ótimo. O casal interpretados pelos ingleses que ambos estiveram em Game Of Thrones, Ralph Ineson e Kate Dickie, captam bem as transformações que os acontecimentos trazem a suas personagens, na relação com suas crias. Aliás, a personagem de Kate aqui não é menos perturbada que sua Lysa Arryn de Got. Destaque também para todo o elenco mirim, os pequenos Harvey Scrimshaw, Ellie Grainger e Lucas Dawson são excelentes. E chama grande atenção no filme a real protagonista, Anya Taylor-Joy, como Thomasin ela tem grande atuação com dubiedade, sensualidade e docilidade.



Bela e talentosa atriz e modelo Argentina-Britânica nascida nos Estados Unidos, aos 20 anos Anya tem tudo para crescer no cinemão estadunidense, ela vem aí com Split (Fragmentado deve ser o título aqui) dirigido por: M. Night Shyamalan, hoje em dia não sei mais se isso é um bom ou um mal sinal; e também estará em Morgan do inglês Luke Scott, que não sei o que esperar, mas no elenco além de Anya temos Kate Mara, Paul GiamattiJennifer Jason Leigh e Michelle Yeoh, entre outros.

Seu nome ainda está rolando em estórias sobre um possível filme dos Novos Mutantes pela Fox, em que ela seria Illyana Rasputin, a Magia, irmã de Colossus, Maisie Williams, a Arya de Game of Thrones, seria Lupina e Alexandra Shipp, a Tempestade de X-Men: Apocalipse retornaria (Cronologia ferrada: Tempestade jovem na mesma época que Illyana Rasputin???). Como esses boatos mudam toda hora, não sei até que ponto hoje isso é possível rolar. Enfim, acompanharemos a carreira da jovem atriz.



Voltando A Bruxa, outro ponto de destaque é Black Phillip, sem dúvida um dos melhores vilões do cinema nesse ano. Os minutos finais do filme são de arrepiar, principalmente porque você não prever o que vai acontecer.

Portanto, se você curtir um bom clima sinistro de suspense e não ligar para jumpscare e sangue a toda hora, você vai curtir muito, como eu curti.



Algumas curiosidades: O filme está fazendo tanto bafafá que Stephen King já elogiou a película, e a congregação satânica The Satanic Temple gostou tanto da produção que vem organizando sessões gratuitas para seus seguidores. Caramba!! Acho que só não teve campanha de igrejas contra a exibição do filme aqui porque o sucesso dele foi construído aos poucos, não era um blockbuster de um grande estúdio. Não me venham dizer que o filme faz propaganda de satanismo, é um filme de terror ponto, se os satanistas gostaram e daí?

O diretor Eggers já foi questionado sobre uma seqüência e para minha alegria ele disse: “Eu acho que estou roubando as palavras de outro diretor que eu não posso falar o nome, mas se eu quisesse saber o que acontece após a última cena da produção, eu teria feito uma película mais longa.


Agora confira um vídeo dos bastidores de A Bruxa em que o bode que faz o Black Phillip ri. 


Pelo vídeo e pela foto abaixo o clima nas filmagens foi bem mais leve e divertido do que o horror que aparece na tela. Na foto a modelo e atriz Sarah Stephens, que faz uma bruxa versão jovem e Ellie Grainger, a menininha Mercy. Sarah publicou a foto em seu Instagram, mostrando que o amor e a fofura estavam no ar!