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9 de dez de 2016

Trailers de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Saiu o trailer do novo filme do Homem Aranha, cambada. Primeiro com o selo da Marvel Studios


Com teia no suvaco! Salve Steve Ditko!
Confira:




Confira também o trailer internacional:




E tem o trailer legendado:




Dublado não, que eu não guento aquelas vozinhas.

Enfim,  o Homem-Aranha nos cinemas. Por mais que goste dos dois primeiros filmes com o Tobey Maguire e dos dois com o Andrew Garfield faltava muito do amigão da vizinhança nessa versões. Agora, o aracnideo está de volta ao lar


Bem, Gostei bastante das prévias, mais foda mesmo foi ver Michael Keaton de volta aos filmes de quadrinhos e ao papel de homem-pássaro!

6 de dez de 2016

E lá vem os Transformers de novo

Saiu o trailer de Transformers: O Último Cavaleiro, nova aventura dos robôs transformistas do Michael Bay



A franquia é uma bosta, mas o povo gosta e então ela segue e não se sabe quando vai parar. Confiram:




Well, é o de sempre. A única novidade é a presença do nosso muso Anthony Hopkins defendendo um troco. 

Salve Martha!!!

Galera sofreu nas redes sociais com a possibilidade de morte do Bumbibi (que já tem a porra de um filme solo anunciado). Quero mais que ele se exploda. Antes ele do que eu.


Se os filmes dos Transformers tivessem menos de duas horas de duração, até poderiam entrar na minha lista de guilty pleasures. Mas o Michael Bay acha que está filmando Guerra e Paz e faz essas merdas com quase três horas de duração. Aí é tortura. Guento não.


5 de dez de 2016

Se o Pica-Pau tivesse comunicado a polícia...

A Universal lançou no fim de semana o teaser trailer do filme do Pica-Pau.

Vou ter pesadelo com essa merda

Confiram:


Pra essa coisa ficar pior, só faltou aparecer o Pé de Pano.

Quero morrer de catapora

É assim mesmo ou ainda vão dar uns retoques antes do lançamento? Que bosta. Tem animações digitais bem melhores na televisão. Como é que pode ser verdade uma porra dessa, hein?


Tem uma explicação para tamanha tosquice.  No resto do mundo essa bagaça deve sair direto em vídeo. Sim, é uma produção feita para vídeo, que será lançada nos cinemas brasileiros. Isso também explica a presença da brasileira Thaila Ayala.

Eu gosto de você

Well, é uma produçãozinha para criancinhas e nostálgicos sem senso estético, huahuahua.

Eu veria essa bagaça só obrigado se fosse estrelada  pelo melhor Pica-Pau de todos


Sim, o Pica-Pau biruta. Se você não gosta dele, é um menino criado a leite com pêra e ovomaltino e nunca será um diabo necessário!


Trailer do novo remake de A Múmia

Foi liberado o primeiro trailer do novo A Múmia, com o Tom Cruise.


Dirigido por Alex Kurtzman, a bagaça ainda tem no elenco Sofia Boutella (a vilãzinha de Kingsman) como a personagem-título e ainda o Russell Crowe. Confira:



Não sei vocês, mas eu fiquei esperando aparecer o Esquadrão Suicida.

Cara, até hoje a Múmia é um monstro do cinema que não me cativou. As versões do Boris Karloff e do Christopher Lee tem seus momentos, mas passam longe de seus outros filmes como Frankenstein e Drácula. O primeiro filme estrelado por Brendan Fraser é divertido (o segundo é uma bosta e o terceiro nem vi). Nada do naipe dos melhores filmes do Drácula, Frankenstein e até do Lobisomem. Não acho que esse remake vá mudar as coisas.


Mas acho que o maior problema desse novo remake de A Múmia é ser estrelado pelo Tom Cruise.

Quem vai acreditar que uma múmia alcança o cara na corrida?




Trailer legendado de Guardiões da Galáxia Vol. 2

Saiu novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2


 O trailer apresenta a personagem Mantis, e bastante do Baby Groot. Confira:



Guardiões da Galáxia Vol. 2 tem estreia prevista para 27 de abril de 2017.


"-I am Groot!"




3 de dez de 2016

Awesome Mix CPR vol. 10

 Começamos a playlist dessa semana com  Ride 'Em On Down, a nova dos Stones que ganhou um clipe bacanudo com a Kristen Stewart.


E seguimos com Smashing Pumpkins, Guns, Morphine, Elton John, Suzi Quatro, Deep Purple, entre outros. Ouvam:




Bom fim de semana. Fui


2 de dez de 2016

Kristen Stewart no novo clipe dos Rolling Stones

Kristen Stewart é a estrela do novo vídeo do Rolling Stones


Confiram a tetéia dirigindo um carro naquele clima de road movie em Ride 'Em On Down, faixa de Blue & Lonesome, novo álbum dos Stones:



Cool

A Volta do Filho do Satã

Sim! O filho do poderoso Satã Goss está de volta. Nem precisou da bruxa Kilza



Para comemorar os 35 anos da série Uchuu Keiji Gavan (ou Space Cop na Globo), a Toei Company lançará crossover do policial do espaço com os Dekaranger (que virou Power Rangers no Espaço, se não me engano). Sairá direto para vídeo em 2017 no Japão, e o arqui-inimigo do Fantástico Jaspion está confirmado na parada. Divulgaram oficialmente a primeira imagem oficial do vilão, com o visual atualizado:


Pra nossa alegria, o mito Junichi Haruta está confirmado novamente no papel.

E olho no lance! 
Kenji Ohba segue incansável e volta como o Gavan original, no estilo Silvio Luiz!


O que achei?


A armadura atualizada do Big Mac ficou bacana, mas por que essa espada escrota?  Ah, os japoneses...


Well, Macgaren é meu vilão favorito no tokusatsu, e espero sinceramente que tenhamos um retorno triunfal. O filho de Satã Goss não pode pagar aqueles micos que o Shadow Moon vem pagando desde seu retorno em Kamen Rider Black RX.


A Benikiba de Jiraiya também está confirmada na bagaça. Fazendo o quê, em uma saga de heróis espaciais, só vamos descobrir ano que vem...

1 de dez de 2016

Review- A Chegada

Arrival
Direção: Denis Villeneuve.
Elenco: Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker, Michael Stuhlbarg,.
EUA, 2016


A Chegada é o filme que tem unido nações críticos e público como nenhum filme com personagens da DC Comics conseguiu esse ano. Mas será que é tudo isso mesmo? Well, gosto muito dos filmes do Villeneuve. Vi todos a partir de Incêndios, todos do ótimo para o excelente. Entonces, dei uma chegada no cinema para conferir esse A Chegada. Posso dizer que, até aqui, o cara só acertou e a gente até fica com alguma esperança nesse Blade Runner 2, que ele prepara.


Num belo dia ordinário como outro qualquer, naves extraterrestres surgem em vários pontos do planeta. A linguista Louise Banks (Amy Adams) é procurada por militares para traduzir os sinais e descobrir o que os alienígenas querem. A política e o medo do desconhecido podem atrapalhar a tentativa de comunicação. A comunicação que é o mote principal do filme. Villeneuve discute as sutilezas da linguagem e a percepção do tempo (que me lembra o ainda superior Contato, de Robert Zemeckis), com uma excelente montagem não linear.


A Chegada é um longa de ficção cientifica reflexivo. Villeneuve aposta na atmosfera, na construção do clima. A forma como membros da equipe toca na nave, a personagem de Amy Adams maravilhada ao entrar em um território novo e desconhecido, combinando seu ponto de vista com o do espectador, tudo isso envolve e fascina imediatamente. A trilha de Jóhann Jóhannsson só ajuda, assim como a bela fotografia de Bradford Young, que evoca as produções de Terrence Malick.


De começo, ao ser apresentado ao drama da protagonista, cheguei a pensar que o filme cairia em armadilhas melodramáticas, mas me enganei. Por falar em protagonista, belíssima atuação de Amy Adams. Por causa das colaborações recentes com Zack Snyder até esqueço o quanto ela é uma ótima interprete.


Com roteiro bem coeso, A Chegada prende bastante a atenção do espectador (a menos que ele esteja esperando ver uma nova continuação de Independence Day) nos enchendo de coragem para encarar essa sequência de Blade Runner. Que venha


Spoiler:
A única coisa que me incomodou no filme inteiro foi apenas o velho clichê no qual China e Rússia tiram conclusões precipitadas, quase iniciam uma guerra e o mundo é salvo por uma americana, huahuahua

Off:

Já chamam Villeneuve por ai de "novo Kubrick" como fizeram com certo diretor de Interestelar (que também gosto, vai, mas está longe de ser obra-prima). Não pessoal, menos. Villeneuve faz um filme por ano.



30 de nov de 2016

Review- Elle

Direção: Paul Verhoeven

Elenco: Isabelle Huppert, Laurent Lafitte, Anne Consigny, Charles Berling, Judith Magre, Christian Berkel, Jonas Bloquet, Virginie Efira

França/Alemanha, 2016


 Dez anos depois de A Espiã (com Carice Van Houten, a Melisandre de GoT), finalmente um filme novo de Paul Verhoeven, um dos meus diretores favoritos e também um dos três realizadores das antigas que ainda continuam fazendo bonito (os outros são Cronenberg e Friedkin).


Isabelle Hupert é a protagonista de Elle. Ela interpreta Michelle Leblanc, chefe de uma empresa que desenvolve videogames ultraviolentos, que é estuprada em sua casa por um misterioso mascarado. Por causa de um acontecimento funesto envolvendo seu pai no passado, ela não presta queixa à polícia.  


Enquanto enfrenta seus demônios, Michelle tem de lidar com um filho imbecil, a mãe prestes a casar com um gigolô,  os jovens programadores da empresa, o amante marido da melhor amiga e um vizinho bonitão por quem sente atração. Falar mais sobre a trama, acabaria entrando na área dos spoilers.


Vos adianto que, apesar de ser mantida em segredo durante boa parte do filme, a identidade do estuprador não é a coisa mais importante do filme. Já vi gente dizendo que a identidade do sujeito é óbvia e por isso o filme não é isso tudo. É a mesma coisa que dizer que a identidade do assassino de heróis era o que importava em Watchmen (a hq). Verhoeven na verdade faz filme de estudo de personagens travestido em filme de gênero. Elle não é thriller hollywoodiano pra passar no Supercine


É ótimo constatar que o cineasta holandês ainda está em ótima forma com Elle. Aqui tem tanto as cenas impactantes comuns em suas obras quanto o humor negro característico. O que mais aprecio em Verhoeven é que ele nunca entrega tudo mastigadinho. O público tem que captar suas ironias. O que muitas vezes não acontece. Daí chegam a conclusão que Showgirls é misógino ou que Tropas Estrelares é fascista, quando na verdade eles são sátiras a esses comportamentos e a sociedade. Não me surpreendo se Elle também for mal compreendido.


 Por fim, o  desempenho de Isabelle Huppert  é excelente e merece todos os prêmios que vem recebendo.  Espero que o Oscar não faça vergonha esquecendo de indicá-la na próxima edição.



26 de nov de 2016

Awesome Mix CPR Vol. 9

Boa parte da playlist de hoje veio da JukeBot do grupo muito foda dos PensadoresLoucos, criado pelo nobre Pensador Louco no Telegram, do qual o CPR em peso faz parte.


Som no caixão!





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Ou não

24 de nov de 2016

Review- Mulher Maravilha: Sangue

 Mulher-Maravilha dos Extintos Novos 52


Posso dizer que caguei para os Novos 52. Li praticamente nada, mas me interessei pela Mulher Maravilha do Brian Azzarello. Essa fase ganhou muitos elogios e eu fiquei com vontade de ver qual é, até porque a Mulher-Magravilha do cinema será meio que inspirada nela com o lance de filha de Zeus e tal. Entonces, comprei o encadernado lançado alguns meses atrás pela Panini e finalmente o li dia desses.


 A mortal Zola não sabe, mas ela está esperando mais um filho de Mitsumasa Kido Zeus. Revoltada, a deusa chifruda Hera envia dois centauros para matar a teúda e manteúda. A jovem acaba sendo salva por Hermes, que lhe manda até Diana ( a Mulher-Maravilha, seu néscio), que vai proteger a garota a partir daí.


Diana segue com Zola e Hermes até a Ilha Paraíso, lar de suas irmãs amazonas. Na ilha, a rainha Hipólita, mãe de Diana, revela a filhota que ela (Diana) também é filha de Zeus e que aquela história dela ter nascido do barro foi tudo conto da carochinha pra enganar Hera. Acompanhamos então Diana enfrentando picuinhas na ilha, a deusa Discórdia (que nunca ouvi falar e mais tarde meio que vira aliada) e barganhando com Poseidon e Hades.


 A história não é nada que vai revolucionar a nona arte, mas, sim, é bem bacana, divertida. É clichê, mas ágil, bem amarrada e com bons diálogos. Embora ainda prefira o reboot oitentista do George Perez, esse aqui é bem digno. A reimaginação dos deuses também é bastante interessante e foge bastante do que já vimos antes em filmes e quadrinhos (ainda que seja meio anime).


 Mas o grande destaque são mesmo os desenhos de Cliff Chiang. Que Mulher-Maravilha maravilhosa. Fico até desapontado quando me lembro que no cinema é a Gal Gadot, huahuahua. O cara também é ótimo nas cenas de ação e os personagens são bem expressivos. Bate até aquela deprê quando o Tony Akins assume a arte nas ultimas histórias. Não é ruim mas também não é tão bom assim.


Enfim, gostei.


Se meu bolso permitir, comprarei o Volume 2 que já está nas bancas em algum lugar (aqui nas redondezas ainda não chegou).