Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer

A Good Day To Die Hard
Diretor: John Moore
Elenco: Bruce Willis, Jai Courtney, Sebastian Koch, Yuliya Snigir, Cole Hauser, Amaury Jr. Nolasco, Sergei Kolesnikov.
EUA, 2013



Tem aqueles filmes que você quer ver, mas pensa duas vezes antes de morrer numa grana na bilheteria do cinema, preferindo sabiamente conferir quando chega na locadora da esquina (ou do Sparrow), numa Netflix da vida, ou na Tela Quente mesmo. fiz isso com o mais recente Duro de Matar e não me arrependi.

Gosto apenas dos 3 primeiros filmes da franquia, especialmente os dois dirigidos por John Mctiernan, mas ainda acho o 4º razoável, apesar do John McClane que conheci já não está mais ali. McClane já havia deixado de ser o herói vulnerável dos filmes anteriores para ser mais um  entre os tantos “super-omis” do cinema de ação.



Duro de Matar 5 nem se parece com um filme da franquia. Em um inicio a moda Paul Greengrass menos talentoso,  McClane ( Willis, no piloto automático) voa para a Rússia para tentar ajudar o filhote Jack (Jai Courtney), que foi preso sob acusação de homicídio. McClane logo fica sabendo que o moço trabalha para a CIA, numa operação que envolve tráfico de armas nucleares.

 E a trama segue ladeira abaixo com cenas de ação entediantes (acho que a intenção na perseguição de carros no inicio era somente destruir o máximo de carros alheios possíveis), piadas fraquíssimas (a cena do táxi é de dar vergonha de tão ruim, Willis repetindo que está de férias toda hora), vilão metido a engraçadinho (o “dançarino” comedor de cenouras que traduz o pensamento do público em relação ao filme em suas frases várias vezes), composto químico capaz de eliminar qualquer traço de radioatividade de anos em poucos segundos e reviravoltas que não surpreendem ninguém.



temos de bom apenas Marco Beltrami reaproveitando os temas do saudoso Michael Kamen, e a belíssima Yuliya Snigir.





Provável que, mesmo depois desse desastre, façam um Duro de Matar 6. Tirem  John Mctiernan da cadeia e o coloquem na cadeira de diretor.


Espalhe:

Marc Tinoco

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